Moradores reclamam de paralisação de obras no Loteamento São João

 

Obras de pavimentação de duas ruas do Loteamento São João, centro de Contenda, estão paralisadas. Moradores locais reclamam dos transtornos causados pela paralisação das obras. Segundo eles, ninguém deu uma posição sobre a situação, sendo que as obras já estariam praticamente paradas há pelo menos 40 dias.

Trata-se da Rua Juvêncio de Camargo e Souza e da Rua Alice Carvalho da Rocha Pinto. A Rua Juvêncio de Camargo e Souza será pavimentada entre a Av. Eleutério de Souza Padilha e Rua José Dorival Valter, com 462 metros de extensão, e a Rua Alice Carvalho da Rocha Pinto, por sua vez, receberá asfalto entre a Av. Eleutério de Souza Padilha até o final de sua extensão, com pavimentação de 648 metros. Ambas as obras estariam paralisadas pela suposta falta de pagamento à empresa responsável.

A Rodopena Pavimentações é a empresa responsável pelas obras e, segundo funcionários, paralisou os trabalhos por não ter recebido valores referentes às últimas etapas das pavimentações. Contatada há mais de uma semana sobre o assunto, a Prefeitura Municipal ainda não deu retorno sobre a situação.

Além das Ruas Juvêncio de Camargo e Souza e Alice Carvalho da Rocha Pinto, onde as obras estão paralisadas, a Rua José Ferreira da Silva também está incluída no pacote de pavimentações a serem realizadas no bairro, porém, nela (Rua José Ferreira) a obra ainda nem começou.

A única obra finalizada até o momento foi a pavimentação da Rua Leonor Pacheco dos Anjos (Rua da APAE), com 565 metros de pavimentação já concluída.

O investimento total para pavimentação das quatro vias é de R$ 2.488.476,71, sendo contemplados pouco mais de 16 mil m² de pavimentação no total. O investimento tem como agentes participantes o Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul, Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul e o Ministério do Desenvolvimento Regional.

Iniciada em Junho, a pavimentação das quatro ruas possui 240 dias de prazo estabelecido – prazo este que terminaria em Janeiro, aproximadamente.

Moradores reclamam dos transtornos causados pela paralisação das obras e cobram uma posição da Prefeitura sobre a situação.